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CONTEÚDO ADULTO · TEMPORADA 2027

Início / Homenagens / Quem faz a nossa noite

UM PALCO FEITO DE MEMÓRIA

Quem faz
a nossa noite

As artistas e referências homenageadas
em Drag À La Carte.

Antes do nosso refrão, existiram muitos palcos.
E muita coragem para entrar em cena.

Conheça essas histórias
Rogéria
RogériaO caminho
Divina Valéria
Divina ValériaA voz
Gloria Groove
Gloria GrooveA reinvenção
Elke Maravilha
Elke MaravilhaA liberdade
42 presenças no nosso refrãoMuitas maneiras de existirUma noite para agradecer

CULTURA E MOVIMENTO DRAG

Antes do nosso palco,
muitos outros.

O brilho tem história.
A liberdade também.

Drag é arte de transformar presença em expressão. Corpo, maquiagem, roupa, voz e gesto podem criar uma personagem, provocar uma pergunta ou virar do avesso aquilo que parecia uma regra.

Essa cultura reúne muitas histórias. Passa pelo transformismo, pelo teatro, pelo cabaré, pelas casas noturnas e chega à televisão, à música e à internet. Tem trabalho, invenção, humor e luta por espaço. Tem também diferenças: nem toda artista usa o mesmo nome para definir o que faz, e nenhuma trajetória precisa caber numa categoria só.

Em Drag À La Carte, celebramos quem abriu caminhos, quem mantém a cena viva e quem está inventando os próximos. Também agradecemos às vozes e presenças que, vindas de outras artes, alimentam esse imaginário.

Esta página é um convite para conhecer essas pessoas — e descobrir quanta história existe antes de uma peruca entrar em cena.

Continue conhecendo a cultura drag ↗

NOME POR NOME. HISTÓRIA POR HISTÓRIA.

Encontre uma presença.

42 entradas · 14 homenagens em memória

Antes de nós, elas.

As precursoras

Muitas dessas artistas enfrentaram a repressão e o preconceito enquanto construíam uma vida de palco. Entre o teatro, o cabaré e a noite, abriram caminhos que não vieram prontos. Reuni-las aqui é reconhecer histórias diferentes — e guardar os nomes de quem ajudou a tornar possível a nossa presença.

Retrato de Brigitte de Búzios
In memoriam 1944–2018

Palco e cinema

Brigitte de Búzios

Uma das oito protagonistas de Divinas Divas, pertence à geração de artistas que construiu a história do transformismo nos palcos cariocas. Também atuou no cinema, em Berenice Procura.

Sua presença lembra que a memória do palco também precisa de registro, nome e rosto.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Ver crédito na publicação original. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Camille K
In memoriam 2024

Teatro e transformismo

Camille K

Atriz, cabeleireira e empresária, fez dos palcos uma trajetória de décadas. Participou do espetáculo e do documentário Divinas Divas, preservando com suas companheiras uma história do teatro e do transformismo brasileiro.

Celebramos a artista e o trabalho de bastidor que também sustenta uma noite de espetáculo.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Ver crédito na publicação original. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Cláudia Wonder
In memoriam 1955–2010

Performance, música e ativismo

Cláudia Wonder

Cantora, performer, escritora e militante travesti, marcou o underground paulistano, especialmente a cena do Madame Satã. Seu livro Olhares de Claudia Wonder reuniu reflexões sobre cultura e vivências trans.

Entra no nosso refrão como lembrança de uma arte que não pediu licença para existir.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Dácio Pinheiro. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 4.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Divina Valéria

A voz que atravessa fronteiras

Divina Valéria

Cantora e atriz, começou nos palcos cariocas dos anos 1960 e levou seu repertório a países como França, Uruguai e Japão. Protagonista de Divinas Divas, foi premiada no Festival de Gramado por Marie.

Homenageamos a voz e a presença de uma artista que segue ampliando a história que ajudou a construir.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: amigosdaarte. Origem da imagem ↗. Domínio público. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Eloína dos Leopardos

Cabaré, dança e Carnaval

Eloína dos Leopardos

Atriz, coreógrafa e transformista, integrou Divinas Divas e entrou para a história do Carnaval à frente da bateria da Beija-Flor em 1976. Sua trajetória une a força do palco à ousadia da avenida.

Sua passagem abriu espaço para outras presenças onde antes parecia haver uma porta fechada.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Fujika de Halliday
In memoriam 1943–2023

A memória de uma geração

Fujika de Halliday

Artista pernambucana radicada no Rio, fez parte da geração do transformismo retratada em Divinas Divas. Sua trajetória atravessou as casas de espetáculo cariocas e o encontro que deu origem ao filme de Leandra Leal.

Dizer seu nome é guardar uma presença que não pode desaparecer entre uma geração e outra.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Jane Di Castro
In memoriam 1947–2020

Canção, teatro e presença

Jane Di Castro

Cantora e artista performática, iniciou sua trajetória no Rio nos anos 1960 e se apresentou também no exterior. Integrante de Divinas Divas, reuniu canto, elegância e uma vida dedicada ao espetáculo.

Sua voz permanece na lembrança de quem a ouviu e na história de quem hoje pode subir ao palco.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Tomaz Silva/Agência Brasil. Origem da imagem ↗. CC BY 3.0 br. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Laura de Vison
In memoriam 1939–2007

O palco como provocação

Laura de Vison

Professor de história e artista transformista, Norberto Chucri David criou Laura de Vison, figura marcante da noite carioca dos anos 1980 e 1990. Sua performance combinava humor, experimentação e uma presença deliberadamente provocadora.

Sua homenagem guarda a liberdade de surpreender, incomodar e inventar uma cena própria.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Salomon Cytrynowicz/F4 · Jornal do Brasil · Hemeroteca da Biblioteca Nacional / Museu Bajubá. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Lorna Washington
In memoriam 1962–2023

Humor, voz e comunidade

Lorna Washington

Artista transformista, cantora e apresentadora, marcou a noite LGBTQIA+ carioca com seu humor e versatilidade. Também usou sua presença pública para falar sobre HIV e combater o preconceito contra quem vive com o vírus.

Sua memória reúne riso, talento e cuidado: coisas que também fazem uma casa permanecer aberta.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Marquesa
In memoriam 1944–2015

Uma das Divinas Divas

Marquesa

Integrante da geração reunida em Divinas Divas, fez sua história no transformismo e nos palcos cariocas. Morreu durante a realização do documentário de Leandra Leal, que preservou a memória de sua presença.

Aqui, o nome continua em cena. O aplauso também é uma forma de lembrar.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Divulgação / Divinas Divas · reprodução AdoroCinema. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Miss Biá
In memoriam 2020

Transformismo e criação

Miss Biá

Pioneira da noite paulistana, trabalhou como artista transformista, maquiadora e estilista por cerca de seis décadas. Ficou conhecida também por interpretar Hebe Camargo e por levar sua arte à televisão.

Homenageamos uma vida de trabalho que ajudou outras artistas a encontrar palco, figurino e coragem.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Reprodução / Metrópoles. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Rogéria
In memoriam 1943–2017

Uma presença na família brasileira

Rogéria

Atriz, cantora e maquiadora, tornou-se uma das grandes referências do transformismo no país. Do teatro à televisão, apresentou-se ao público como a travesti da família brasileira e integrou a história de Divinas Divas.

Seu brilho fez muita gente conhecer uma liberdade que talvez ainda não soubesse nomear.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: 26° Prêmio da Música Brasileira. Origem da imagem ↗. CC BY 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Rose Bombom
In memoriam 1965–2011

A escola do riso carioca

Rose Bombom

Artista transformista e caricata, Rose Bombom foi referência para drags do Rio de Janeiro, entre elas Suzy Brasil e Karina Karão. Seu humor e sua convivência deixaram uma herança reconhecida pelas artistas que vieram depois.

Há risadas que carregam uma professora dentro. Sua homenagem celebra esse legado.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

O palco também é trabalho de todo dia.

Quem mantém a cena viva

Há artistas que atravessam décadas sem perder a vontade de encontrar o público. Guardam repertórios, formam outras drags, reinventam o humor e fazem da noite um lugar de trabalho e convivência. A história continua sendo feita cada vez que elas entram em cena.

Retrato de Márcia Pantera

A força do bate-cabelo

Márcia Pantera

Drag queen, modelo e atriz, é reconhecida pela criação e difusão do bate-cabelo. Sua trajetória na noite paulistana também atravessa a moda, em parceria com Alexandre Herchcovitch, e o cinema.

Sua performance lembra que um gesto inventado num palco pode viajar muito além dele.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Fernando Silva / Espaço do Conhecimento UFMG. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Salete Campari

Arte e participação

Salete Campari

Drag queen e ativista nascida na Paraíba, construiu sua trajetória na noite paulistana, no teatro, no cinema e na televisão. Participou das mobilizações da Parada do Orgulho e fez da visibilidade artística uma forma de atuação pública.

No nosso palco, seu nome celebra o encontro entre festa, presença e direito de ocupar a cidade.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Salete Campari. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Silvetty Montilla

A noite sabe seu nome

Silvetty Montilla

Drag queen, atriz e humorista, começou sua carreira nos anos 1980 e se tornou referência da noite de São Paulo. Sua atuação atravessa boates, teatro, televisão e Academia de Drags.

Homenageamos o humor que conhece o público de perto e transforma uma apresentação em encontro.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Sergio Savarese. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Suzy Brasil

O humor que não perdeu o palco

Suzy Brasil

Criada por Marcelo Souza, Suzy Brasil marcou a noite carioca com seu humor de caricata. Iniciou sua trajetória em parceria com Rose Bombom e levou essa experiência ao teatro, à televisão e às redes sociais.

Seu deboche chega à nossa casa com uma história: riso também se aprende com quem veio antes.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Outras telas. Novas possibilidades.

A nova geração

A arte drag ganhou novas vozes na música, na televisão, nos jogos e na internet. Esta reunião acompanha as referências contemporâneas da canção, com artistas de trajetórias e identidades distintas. Wanessa Wolf, por exemplo, é uma mulher trans e streamer: dividir o refrão não significa colocar todo mundo na mesma definição.

Retrato de Aretuza Lovi

O Brasil inteiro cabe na pista

Aretuza Lovi

Cantora, drag queen e apresentadora, construiu uma discografia que aproxima pop, funk e brega. Em Borogodó, voltou o olhar também para ritmos e referências das regiões Norte e Nordeste.

Sua homenagem celebra a pista brasileira e os muitos sotaques que fazem um corpo dançar.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: POIU Studios. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Betina Polaroid

O olhar também se monta

Betina Polaroid

Drag queen e fotógrafa, Betina Polaroid une a experiência com imagens à construção de uma personagem de referências vintage. Participou da primeira temporada de Drag Race Brasil, levando humor e maturidade artística à competição.

Celebramos quem encontra na montação outra maneira de olhar para si e para o mundo.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Divulgação / RuPaul’s DragCon Brasil. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Bianca Dellafancy

Beleza com conversa

Bianca Dellafancy

Drag queen, modelo, DJ e atriz, Bianca Dellafancy também se tornou conhecida pelas conversas de Dellamake. Em 2024, interpretou Janaína na novela Renascer, ampliando sua presença na televisão.

Sua homenagem lembra a força de uma imagem quando ela vem acompanhada de voz e história.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de DragBox

Duas vozes, uma caixa aberta

DragBox

A dupla Tatá M. Shady e Olive Oil criou o DragBox, projeto de humor e entretenimento que encontrou público no YouTube e nas redes. Seus programas também integraram a programação da DiaTV.

A homenagem celebra a criação em dupla e o prazer de fazer a arte drag chegar à conversa de todo dia.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Ver crédito na publicação original. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Gloria Groove

Voz, personagem e reinvenção

Gloria Groove

Cantora, compositora, drag queen, atriz e dubladora, Gloria Groove construiu uma carreira que aproxima rap, R&B, funk, pop e pagode. Sua trajetória começou ainda na infância e ganhou outra forma com a criação da persona drag.

Celebramos a artista que transforma repertório e trabalho em presença de grande palco.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Festival Sensacional. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Grag Queen

Uma voz que cruzou fronteiras

Grag Queen

Cantora e drag queen gaúcha, venceu a primeira temporada de Queen of the Universe, competição internacional de canto. Depois assumiu a apresentação de Drag Race Brasil.

Sua homenagem celebra uma voz brasileira que encontrou o mundo sem deixar de reconhecer de onde veio.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Divulgação / RuPaul’s DragCon Brasil. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Ikaro Kadoshi

Outra forma de fazer aparecer

Ikaro Kadoshi

Drag queen e apresentadora, Ikaro Kadoshi construiu uma estética própria e levou sua arte a programas como Drag Me as a Queen. Ao lado de Xuxa, apresentou Caravana das Drags.

Seu nome celebra uma montação que amplia possibilidades e não precisa repetir um único modelo de beleza.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Kaya Conky

O grave também usa salto

Kaya Conky

Cantora, compositora e drag queen de Natal, ganhou projeção com E Aí Bebê, em 2016. Sua música aproxima o universo drag do funk e da energia das pistas.

Homenageamos o desejo de cantar, dançar e ocupar a festa com um sotaque próprio.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Crédito na publicação de origem. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Lia Clark

O funk também se monta

Lia Clark

Cantora e drag queen de Santos, ganhou projeção com Trava Trava, em 2016. Sua trajetória ajudou a ampliar a presença drag no funk brasileiro, levando essa linguagem dos clubes às plataformas e aos grandes palcos.

No nosso refrão, seu nome celebra o corpo que dança e escolhe como quer aparecer.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Divulgação / perfil da artista. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Lorelay Fox

A conversa abriu espaço

Lorelay Fox

Drag queen, apresentadora e criadora de conteúdo, Lorelay Fox aproximou maquiagem, humor e reflexões sobre diversidade no canal Para Tudo. Sua presença também atravessa podcasts, televisão e Corrida das Blogueiras.

Homenageamos quem fez da conversa uma porta de entrada para conhecer a arte drag.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Multishow. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Organzza

Carnaval, memória e futuro

Organzza

Drag queen, artista visual e figurinista carioca, foi a vencedora da primeira temporada de Drag Race Brasil. Sua criação reúne referências do Carnaval, da cultura negra e do afrofuturismo.

Celebramos um futuro que pode ser inventado sem abandonar as raízes que o alimentam.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Divulgação / publicação Observatório G. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Pabllo Vittar

Uma voz com raízes brasileiras

Pabllo Vittar

Cantora e drag queen maranhense, ganhou projeção com Open Bar e o álbum Vai Passar Mal. Sua música aproxima pop, forró, brega e outros ritmos brasileiros e levou a arte drag a públicos internacionais.

Sua homenagem celebra a possibilidade de se reconhecer numa voz que ocupa o centro do palco.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Multishow / TVZ. Origem da imagem ↗. CC BY 3.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Penelopy Jean

Da pista à transformação

Penelopy Jean

Drag queen, DJ e apresentadora, Penelopy Jean é conhecida também por suas performances inspiradas em Lady Gaga. Participou de programas como Drag Me as a Queen e Canta Comigo, aproximando montação, música e televisão.

Celebramos a dedicação que transforma uma referência em performance e uma performance em identidade artística.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Relektro. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 4.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Rita Von Hunty

O pensamento também sobe ao palco

Rita Von Hunty

Criada por Guilherme Terreri, ator formado em Artes Cênicas e Letras, Rita Von Hunty reúne humor e reflexão no Tempero Drag. Sua atuação como palestrante e educadora aproxima debates sociais de novos públicos.

Sua homenagem guarda a liberdade de pensar em voz alta, com repertório, graça e curiosidade.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Ver crédito na publicação original. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Samira Close

A montação entrou no jogo

Samira Close

Drag queen, streamer e apresentadora cearense, Samira Close ganhou público combinando jogos eletrônicos e humor. Levou essa presença a programas como Joystick da Samira e SuperPoc, na DiaTV.

Celebramos quem abriu uma janela para a arte drag num lugar onde muita gente ainda não esperava encontrá-la.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Humor Multishow. Origem da imagem ↗. CC BY 3.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Wanessa Wolf

Presença trans na cultura digital

Wanessa Wolf

Streamer, apresentadora e mulher trans, Wanessa Wolf construiu seu público com transmissões de jogos, humor e conversas na internet. Sua trajetória pertence à cultura digital LGBTQIA+ e aparece ao lado das artistas drag na canção.

A homenagem respeita essa diferença: compartilhar um refrão não exige compartilhar a mesma identidade.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Multishow. Origem da imagem ↗. CC BY 3.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Algumas liberdades se aprendem vendo.

Divas, ícones e outras liberdades

Nem toda referência da cultura drag se apresenta como drag. Há quem inspire pela música, pelo exagero, pelo humor, pela coragem de aparecer — ou pelo cuidado que transforma vidas. Uma voz pode virar gesto. Um figurino pode despertar uma personagem. Uma atitude pode dar coragem a quem ainda está encontrando seu lugar. Em Drag À La Carte, essas presenças entram como memória, inspiração e agradecimento.

Retrato de Anitta

O pop brasileiro atravessa fronteiras

Anitta

Cantora e compositora, Anitta saiu do funk carioca para construir uma carreira internacional. Sua obra articula ritmos brasileiros e pop, levando referências da cultura do país a outros palcos e públicos.

Na faixa 10, sua presença celebra o alcance de uma artista brasileira e a força de continuar abrindo passagem.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Attractive Mindset. Origem da imagem ↗. CC BY 3.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Dercy Gonçalves
In memoriam 1907–2008

A irreverência não pede desculpa

Dercy Gonçalves

Atriz, cantora e humorista, Dercy atravessou o circo, o teatro de revista, o cinema e a televisão. Sua carreira foi marcada pelo improviso e por uma maneira muito própria de enfrentar convenções com riso.

No nosso palco, ela lembra que o deboche também tem história — e pode ser uma forma de liberdade.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Andréa Farias. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Elke Maravilha
In memoriam 1945–2016

O direito de ser muitas

Elke Maravilha

Modelo, atriz e comunicadora, Elke fez de figurinos, maquiagem e presença uma linguagem singular. Sua trajetória na televisão e sua proximidade com os Dzi Croquettes ajudaram a torná-la referência para artistas da montação.

Elke entra como inspiração para existir com excesso, afeto e imaginação, sem caber numa definição só.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: 25º Prêmio da Música Brasileira. Origem da imagem ↗. CC BY 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Gretchen

O rebolado que atravessa gerações

Gretchen

Cantora e dançarina, Gretchen marcou a cultura popular brasileira desde o fim dos anos 1970. Sucessos como Conga, Conga, Conga e Melô do Piripipi atravessaram a televisão, as festas e, depois, a cultura dos memes.

A abertura do musical encontra nela o rebolado, o humor e uma presença que continua se reinventando.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Ver crédito na publicação original. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Lucinha Araújo

O cuidado também é uma liberdade

Lucinha Araújo

Cantora e fundadora da Sociedade Viva Cazuza, Lucinha transformou a memória do filho em trabalho de cuidado e apoio a pessoas vivendo com HIV. Também preserva e compartilha a obra do compositor.

Sua homenagem lembra que uma história de arte continua nos gestos de quem acolhe e cuida.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Bastidores da Telinha · Sem Censura / TV Brasil. Origem da imagem ↗. Domínio público. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Ney Matogrosso

Um corpo que ampliou o palco

Ney Matogrosso

Cantor e intérprete, ganhou projeção no Secos & Molhados e iniciou sua carreira solo em 1975. Voz, dança, maquiagem e figurino tornaram sua presença uma referência de liberdade cênica na música brasileira.

Seu nome celebra a coragem de fazer do corpo uma expressão que não obedece a expectativas estreitas.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Roberto Filho / 25º Prêmio da Música Brasileira. Origem da imagem ↗. CC BY 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Rita Lee
In memoriam 1947–2023

Música, humor e insubordinação

Rita Lee

Cantora, compositora e escritora, Rita Lee atravessou Os Mutantes, o Tutti Frutti e uma extensa carreira solo. Sua obra aproximou rock, pop, humor e uma maneira irreverente de cantar o desejo e a vida cotidiana.

Homenageamos a liberdade que continua circulando cada vez que alguém encontra coragem numa canção.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Alexandre Cardoso. Origem da imagem ↗. CC BY-SA 2.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

Retrato de Xuxa

Da memória afetiva a novos encontros

Xuxa

Apresentadora e cantora, Xuxa marcou gerações com programas, músicas e espetáculos. Também se aproximou diretamente da arte drag ao apresentar Caravana das Drags ao lado de Ikaro Kadoshi.

Sua homenagem reúne a lembrança de quem cresceu com ela e a possibilidade de abrir espaço para novos encontros.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Multishow. Origem da imagem ↗. CC BY 3.0. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

O deboche também sabe homenagear.

Não é drag. Mas entrou no refrão.

A provocação da faixa 09 parte de uma declaração de Bruno Matos sobre a personagem Blogueirinha. O assunto vira brincadeira musical, sem transformar a maneira como ele define seu trabalho em julgamento sobre pertencimento. A casa sabe que uma boa piada pode vir acompanhada de carinho.

Retrato de Blogueirinha

Bruno Matos e o humor da personagem

Blogueirinha

Criada pelo ator Bruno Matos, Blogueirinha satiriza a linguagem das influenciadoras e ganhou uma cadeira própria em De Frente com Blogueirinha, na DiaTV. Em 2023, Matos explicou que não considera a personagem uma drag queen.

Quem costuma colocar os convidados na berlinda também ganhou uma provocação musical. Aqui, o deboche vem acompanhado de homenagem: à personagem, ao humor de Bruno Matos e à arte de fazer uma entrevista render assunto.

A DiaTV também faz parte desse encontro entre humor, cultura pop e novas formas de fazer televisão. A referência reconhece a importância desse espaço para várias das vozes reunidas aqui.

Fonte e retrato

Biografia: publicação consultada.

Retrato: Ver crédito na publicação original. Origem da imagem ↗. Redimensionamento e enquadramento para esta página.

A LISTA NÃO TERMINA AQUI

Nenhuma vida cabe
inteira num refrão.

Os nomes desta página vêm das canções do musical. Não dão conta de todas as pessoas que fizeram — e fazem — essa história. São um começo. Um convite para ouvir, procurar, lembrar e passar adiante.

Que a próxima pessoa a subir ao palco
saiba que não chegou sozinha.

Sobre esta homenagem e a pesquisa

Esta seleção acompanha os nomes citados nas faixas 01, 09 e 10 de Drag À La Carte. As divisões ajudam a percorrer a página; não estabelecem uma hierarquia nem pretendem definir a identidade das pessoas homenageadas. Os textos de homenagem expressam a leitura artística do musical. As informações biográficas remetem às fontes indicadas em cada entrada.

Para continuar a pesquisa: Divinas Divas · Daza Filmes, Museu Bajubá, Memorial da Resistência e Arquivo Transformista.

Os perfis de redes sociais foram conferidos em publicações e páginas das artistas. Onde não foi possível confirmar um perfil oficial, oferecemos a fonte de leitura. Retratos históricos podem ter resoluções diferentes; seus créditos e origens estão disponíveis nos cartões. Pesquisa atualizada em 8 de outubro de 2026.

Esta é uma homenagem independente. As referências não indicam participação ou apoio das pessoas, de seus representantes ou da DiaTV ao projeto.

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